sexta-feira, 22 de junho de 2007

Avenida Paulista



3,5 milhões de pessoas.
Todas na Parada Gay de SP,
Que de parada não teve nada.
A maior manifestação do mundo em prol
Da causa, foi aparente bastante agitada.
A igreja foi um dos principais alvos criticados durante a Parada.
Basta agora saber, se os alvos foram atingidos.
Eu acho que sim.
Ao menos para aqueles milhões presentes ali na Paulista, a igreja já não tem tanto poder assim. Porque isso não foi mais uma demonstração de revolta dos excluídos, é um retrato da liberdade já conquistada.

10 comentários:

Julia Pedreira disse...

putz..
nada contra os gays, mas me admira q uma coisa tao inutil atraia tanta gnt... e ngm sai na rua pra fazer protesto contra a bandalheira generalizada q se instalou nesse pais desde 1500

Guilherme.Sillva disse...

Nossaa.....não canso de falar que não preciso de mais inimigo, a esta altura da vida...
mas a amiguinha acima precisa saber que, por mais que pareça um carnaval fora de época, uma grande parcela dos que se dirigiram a Paulista naquele domingo, estavam ali para lutar por DIREITOS. Que este país ainda não oferece.

Julia Pedreira disse...

haha, ok, entendo... mas existem tantos direitos MAIS BÁSICOS ao ser humano que ainda não foram atingidos por aqui... ainda me admira que os direitos homossexuais atraiam mais gente...

(marcos, acho q tu conseguiu!! :D)

Douglas disse...

''TÃO INÚTIL''?
Bom, quase toda semana tem alguma passeata ou alguma paralização com fins políticos,né?
Não são tão grandes e divulgadas porque o Brasileiro adora falar sobre a bandalheira generalizada que se instalou nesse país desde 1500 porém não se mexe muito...Que tal organizar uma contra tudo isso?
Criticar é tão fácil...
E aproveito já para parabenizar todos que estavam lá presentes, afinal em pleno domingão, se dirigir até a avenida Paulista somente para reinvindicar liberdade de expressão é no mínimo politizado!

eu de novo disse...

ah! e realmente os direitos homossexuais são muito menos importantes! Pra que deixar esse povo se manifestar né? eles nem são normais...

Anônimo disse...

Bom! Vivemos num pais de Democracia.
E cada um tem seu direito de expressao.E se tratando da parada GAY,acho valido devido a tamanho talento de profissionais que interagem neste evento em busca da igualdade social,pois sofrem descriminacao por sua opcao sexual......
Cada um "PARA" o que quer!!!!!!! E eles param a PAULISTA.

Edu disse...

AFF... Vovó já dizia, né? "Naum tem nada de interessante ou inteligente pra falar, fique calado."
Acho q a Parada naum tem mais aquele objetivo político de afirmação dos direitos somente, virando um grande Carnaval, e por isso raramnte é encarada como tal. Porém, só o fato de estarem mais de 3 milhõs de pessoas numa festa assumidamente GLBTS, onde se misturam heteros, crianças, idosos e todo tipo de gente, já é motivo suficiente pra ser celebrado como exemplo de cidadania e respeito às diferenças! Por isso, BRAVO! AINDA É VÁLIDO!
Por isso, continuo recomendando os conselhos de vovó às pessoas q naum têm o q falar. Faça-NOS sse favor, sim?!
BJNÃOMELIGA!

Julia Pedreira disse...

oxi, como é dificil ter opinião diferente dos outros. anyway ... :D

(aliás, por acaso eu falei q a parada gay é só um carnaval?, creio que não!)

edu: será que qq opinião divergente da sua não pode ser expressa?

sem mais!

ViSo disse...

tá bombando isso daqui!!!
Marcos poderia ter escrito mais neh.
Julia, nem é questão de ter opinião diferente. Se vc ler o que você escreveu vai perceber pq estão rebatendo sua opinião. Então, acho mais produtivo no lugar de rebater vc, propor que vc reflita sobre o que escreveu. Reflita e depois conta para gente!

abraço

Gabriela Iscariotes disse...

O problema do seu comentário, Júlia, foi que você deu a entender que os direitos dos gays são "menos importantes" (ou inferiores) a outros direitos.

É muito fácil pra quem não está no meio chamar um evento desses de "inútil", mas cada um sabe onde o calo dói mais. E querer encobrir uma reinvidicação em detrimento de outra supostamente mais importante é menosprezo dos problemas alheios.