Cigarro
agarra
se traga
estraga
Se caro
gasta
Se pensa
basta
sábado, 30 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Amar é derrota
Isso é um jogo.
Sou marcado o tempo inteiro
Pois é. O tempo inteiro.
Fim. Acabou o tempo.
Nem chuva eu espero que desabe.
Você sabe que eu não queria assim.
Cabe a mim lhe dar o fim.
Assim como nada quer.
Peço perdão por ter sido assim contigo.
Comigo. Não quis ficar comigo.
Preferiu o controle. Preferiu o Flamengo.
Lamento.
Escolha da razão é sempre dolorida.
Há um motim do meu corpo contra meu cérebro.
Mas é ele quem decide. Ao menos depois das pancadas.
Só a lágrima que me confunde, afunda.
E eu mergulho. No grande abismo do estar sem.
Perdido entre o lembrar e o navegar.
Amar é derrota.
Não me importa mais se sofro ou se vou sofrer.
As chances foram flechas que retornaram.
Doem.
Sou marcado o tempo inteiro
Pois é. O tempo inteiro.
Fim. Acabou o tempo.
Nem chuva eu espero que desabe.
Você sabe que eu não queria assim.
Cabe a mim lhe dar o fim.
Assim como nada quer.
Peço perdão por ter sido assim contigo.
Comigo. Não quis ficar comigo.
Preferiu o controle. Preferiu o Flamengo.
Lamento.
Escolha da razão é sempre dolorida.
Há um motim do meu corpo contra meu cérebro.
Mas é ele quem decide. Ao menos depois das pancadas.
Só a lágrima que me confunde, afunda.
E eu mergulho. No grande abismo do estar sem.
Perdido entre o lembrar e o navegar.
Amar é derrota.
Não me importa mais se sofro ou se vou sofrer.
As chances foram flechas que retornaram.
Doem.
domingo, 24 de agosto de 2008
José Jonas
Sente isso?
Opacidade
Agonia, grito seco, água dura.
Vê isso?
Tudo turvo.
Sem cor de gente.
Vermelho de sol.
Turvo tudo.
Acredita em mim?
É azar.
Foi acaso. Foi descaso. Sou casado.
Acredita em mim!
Sou assim, eu sou.
Olha pra mim!
Nem lágrimas eu tenho.
Perdi todas na tentativa de criar um cais.
Um porto pra fugir. Um ponto pra chegar. Um morto pra cair.
Quero mais pés. Quero mais pernas. Quero menos chão.
O céu, com isso, eu já conquistei.
Se Deus existe. Se Deus existir.
Hei de me guiar.
Não quero estrelas.
Já estou na tempestade. É tarde para estrelas. É preciso sê-las.
Andar e continuar.
Até quando estrada?
Até quando José?
Até quando Jonas?
A fé pondo dúvidas.
A festa da loucura.
A dívida da consciência.
A persistência da teimosia.
A esperança da carona.
Ar, vento, asfalto, mato, calor, frio e José Jonas.
(José Jonas - novo vídeo de conclusão de curso do Vasco Coutinho - texto que fiz como sugestão p/ trailler)
Opacidade
Agonia, grito seco, água dura.
Vê isso?
Tudo turvo.
Sem cor de gente.
Vermelho de sol.
Turvo tudo.
Acredita em mim?
É azar.
Foi acaso. Foi descaso. Sou casado.
Acredita em mim!
Sou assim, eu sou.
Olha pra mim!
Nem lágrimas eu tenho.
Perdi todas na tentativa de criar um cais.
Um porto pra fugir. Um ponto pra chegar. Um morto pra cair.
Quero mais pés. Quero mais pernas. Quero menos chão.
O céu, com isso, eu já conquistei.
Se Deus existe. Se Deus existir.
Hei de me guiar.
Não quero estrelas.
Já estou na tempestade. É tarde para estrelas. É preciso sê-las.
Andar e continuar.
Até quando estrada?
Até quando José?
Até quando Jonas?
A fé pondo dúvidas.
A festa da loucura.
A dívida da consciência.
A persistência da teimosia.
A esperança da carona.
Ar, vento, asfalto, mato, calor, frio e José Jonas.
(José Jonas - novo vídeo de conclusão de curso do Vasco Coutinho - texto que fiz como sugestão p/ trailler)
domingo, 13 de julho de 2008
Sacanagem com a família!
Já faz algum tempo que sofro preconceitos por adorar assistir o programa do
Raul Gil na TV. Na época que eu via mais, era na TV Record. Hoje, na TV Band, o programa do Raul Gil, Tamanho Família, que passa aos domingos, está fazendo uma grande sacanagem.
Antes, na parte em que havia calouros, todos os calouros cantavam ao vivo, sem dublar a própria voz. Poderia até ter dublagens de backs ou de bandas, mas, da voz do candidato nunca!
E é exatamente isso que está acontecendo. Como eu estou afirmando isso?
Gente, eu não sei, não sou técnico de dublagem, mas em minha opinião, não há dúvida. Os cantores estão gravando o som antes de entrar no palco. E, além disso, estão fazendo uma super produção dos calouros, como figurino, modo de portar, não mandar beijos, e nem exagerar nos agudos ou firulas. É só vocês observarem que todos os cantores estão usando o microfone sempre rente a boca, para diminuir a chance de vacilo, a voz está super tratada, aveludada e algumas até metalizada. Não existe isso, um programa de calouros em que ninguém erra, que ninguém se emociona, que ninguém e passa do limite. E é assim a forma que eu vejo o programa hoje. Limitado. Tinha tudo para ser o maior programa de calouro do Brasil e um dos melhores do mundo, mas começou a cair na padronização bestóide da Globo e SBT. Mas dublagem nem essas duas aí fazem. Agora sim estou com vergonha de dizer que assisto Raul Gil.
Se eu estiver errado, peço perdão e uma vaga para cantar no programa, faço parte de um octeto vocal.
Mas eu quero dublar, igual os meus futuros concorrentes!
Só mais uma coisa. O que são esses jurados? Uns sabem que é dublado (Messias) e fica até sem graça de reagir a grandes interpretações e outros esbanjam ignorância musical, falando se é ou não vendível. Putz! Sai dessa Raul, eu sei que você pode. Porque o que depender de mim, as mentiras que se passam por verdade, ou as mentiras omitidas, virão todas a tona.
(leia os poeminhas que ficaram os posts passados... sem comentários,... rsrs... pouuuxa)
Raul Gil na TV. Na época que eu via mais, era na TV Record. Hoje, na TV Band, o programa do Raul Gil, Tamanho Família, que passa aos domingos, está fazendo uma grande sacanagem.
Antes, na parte em que havia calouros, todos os calouros cantavam ao vivo, sem dublar a própria voz. Poderia até ter dublagens de backs ou de bandas, mas, da voz do candidato nunca!
E é exatamente isso que está acontecendo. Como eu estou afirmando isso?
Gente, eu não sei, não sou técnico de dublagem, mas em minha opinião, não há dúvida. Os cantores estão gravando o som antes de entrar no palco. E, além disso, estão fazendo uma super produção dos calouros, como figurino, modo de portar, não mandar beijos, e nem exagerar nos agudos ou firulas. É só vocês observarem que todos os cantores estão usando o microfone sempre rente a boca, para diminuir a chance de vacilo, a voz está super tratada, aveludada e algumas até metalizada. Não existe isso, um programa de calouros em que ninguém erra, que ninguém se emociona, que ninguém e passa do limite. E é assim a forma que eu vejo o programa hoje. Limitado. Tinha tudo para ser o maior programa de calouro do Brasil e um dos melhores do mundo, mas começou a cair na padronização bestóide da Globo e SBT. Mas dublagem nem essas duas aí fazem. Agora sim estou com vergonha de dizer que assisto Raul Gil.
Se eu estiver errado, peço perdão e uma vaga para cantar no programa, faço parte de um octeto vocal.
Mas eu quero dublar, igual os meus futuros concorrentes!
Só mais uma coisa. O que são esses jurados? Uns sabem que é dublado (Messias) e fica até sem graça de reagir a grandes interpretações e outros esbanjam ignorância musical, falando se é ou não vendível. Putz! Sai dessa Raul, eu sei que você pode. Porque o que depender de mim, as mentiras que se passam por verdade, ou as mentiras omitidas, virão todas a tona.
(leia os poeminhas que ficaram os posts passados... sem comentários,... rsrs... pouuuxa)
5 minutos
Será o que?
Texto comprimido
Chuva reduzida
Aperto confundido
O que será que me espera?
Um amor ou um antigo?
Texto comprimido
Chuva reduzida
Aperto confundido
O que será que me espera?
Um amor ou um antigo?
Assinar:
Postagens (Atom)