Summertime
Sometimes I remember
Summer times
We together
We can
Weekend
Alone together
Alone forever
For every time
Four thousand years
Faltavam palavras
Não tenho meios pra dizer isso sem você
Português
Mas como não te tenho mais
Try again
Im ok
quarta-feira, 27 de julho de 2011
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Etílico
A tosse do dia seguinte é a sabatina de que fumei
Blusa babada
Notas perdidas
Santo Antônio que o diga
Como fui parar lá Deus do céu
Caso queira me compreender molde-se de mim
Em caso de dúvida está correto
Nunca tive certezas
Não até o domingo
Se vestires de mim assim como está se propondo
No meio da maior torcida do mundo
Estará camuflado
Apareço como um balão
Um som
Um tiro
Nem numa guerra fincarás estacas
Quase nunca eu vi alguém tão perto de mim
Não mais que novamente corro ininterruptamente
Corremos agora lado a lado
Paralelas que não se cruzam
Isso é balela
Paralelas se espelham
Se irritam
Remoem
Bebem
Vomitam
O tempo todo somos levados a pensar o tempo todo
A coerência dos fatos acaba na medida em que inicia um próximo
Vítimas de flechas
Somos todos vítimas de flechas
Arcanjos sem mira
A sede de água renova minha lembrança
A sede de ontem
Como posso agora enfim não usar mais pontuação
Rescindi com a burocracia
Isso explica Amor
Quem sou eu para pontuar alguma coisa
Decida
Decida você alguma coisa Jesus
A dor na cabeça ofusca meu desequilíbrio
Em mim perdido em mim
Torto como um torto
Como um pão de gergelim
Cuspo sangue de barata
Mato tudo ponho fogo
Só restaram as margaridas
Margaridas infinitas
Blusa babada
Notas perdidas
Santo Antônio que o diga
Como fui parar lá Deus do céu
Caso queira me compreender molde-se de mim
Em caso de dúvida está correto
Nunca tive certezas
Não até o domingo
Se vestires de mim assim como está se propondo
No meio da maior torcida do mundo
Estará camuflado
Apareço como um balão
Um som
Um tiro
Nem numa guerra fincarás estacas
Quase nunca eu vi alguém tão perto de mim
Não mais que novamente corro ininterruptamente
Corremos agora lado a lado
Paralelas que não se cruzam
Isso é balela
Paralelas se espelham
Se irritam
Remoem
Bebem
Vomitam
O tempo todo somos levados a pensar o tempo todo
A coerência dos fatos acaba na medida em que inicia um próximo
Vítimas de flechas
Somos todos vítimas de flechas
Arcanjos sem mira
A sede de água renova minha lembrança
A sede de ontem
Como posso agora enfim não usar mais pontuação
Rescindi com a burocracia
Isso explica Amor
Quem sou eu para pontuar alguma coisa
Decida
Decida você alguma coisa Jesus
A dor na cabeça ofusca meu desequilíbrio
Em mim perdido em mim
Torto como um torto
Como um pão de gergelim
Cuspo sangue de barata
Mato tudo ponho fogo
Só restaram as margaridas
Margaridas infinitas
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Já vai passar
Já vai passar
Já vai passar
Já vai passar
É clichê e artificial falar ou ouvir falar de amor e de dor. Até tê-los.
Na mesa do bar, fica tudo fácil.
Muito fácil me escutar, dar uma golada na porra da cerveja, dar uma tragada na desgraça do cigarro, olhar com uma cara de menino maduro e falar as mesmas bostas de sempre!
Dar conselhos não é um dom.
Dar conselhos não é um favor.
Dar conselhos é uma chatice.
Um blefe. Uma Hipocrisia.
Vai me dizer que tinha boas intenções?
Por que você não pega a porra desse cigarro e enfia no meio do cú?
De repente cura suas hemorróidas?
No dos outros é tudo passageiro.
É tudo teorizável.
Estamos todos nadando em plumas.
No cú dos outros, você goza.
Ou você pensa que tem alguém se divertindo nisso tudo?
Não estou num livro que você leu.
Nem na novela que você diz que não viu.
Mentirosa!
Não estou não.
Não estou.
O meu tremor não é de medo do que irá acontecer.
O meu medo é o do tremor nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Já vai passar
Já vai passar
É clichê e artificial falar ou ouvir falar de amor e de dor. Até tê-los.
Na mesa do bar, fica tudo fácil.
Muito fácil me escutar, dar uma golada na porra da cerveja, dar uma tragada na desgraça do cigarro, olhar com uma cara de menino maduro e falar as mesmas bostas de sempre!
Dar conselhos não é um dom.
Dar conselhos não é um favor.
Dar conselhos é uma chatice.
Um blefe. Uma Hipocrisia.
Vai me dizer que tinha boas intenções?
Por que você não pega a porra desse cigarro e enfia no meio do cú?
De repente cura suas hemorróidas?
No dos outros é tudo passageiro.
É tudo teorizável.
Estamos todos nadando em plumas.
No cú dos outros, você goza.
Ou você pensa que tem alguém se divertindo nisso tudo?
Não estou num livro que você leu.
Nem na novela que você diz que não viu.
Mentirosa!
Não estou não.
Não estou.
O meu tremor não é de medo do que irá acontecer.
O meu medo é o do tremor nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Nunca passar.
Portas
Portas são janelas compridas
Lugar de transação contínua
Eixo de ligação entre o ter e o subverter
Barreira articulada
Seleção natural humana
Ou, simplesmente,
Pedaço frágil das paredes
Ou, ainda,
Momento de despedida
Símbolo da discórdia
Marca da pausa
Recorte da floresta
Árvore cortada
Tampa dos segredos
Estrondo da ignorância
Prepotência dos que são donos
Razão da chave
Exclusão
Inclusão
Adeus
Olá
Lugar de transação contínua
Eixo de ligação entre o ter e o subverter
Barreira articulada
Seleção natural humana
Ou, simplesmente,
Pedaço frágil das paredes
Ou, ainda,
Momento de despedida
Símbolo da discórdia
Marca da pausa
Recorte da floresta
Árvore cortada
Tampa dos segredos
Estrondo da ignorância
Prepotência dos que são donos
Razão da chave
Exclusão
Inclusão
Adeus
Olá
domingo, 10 de abril de 2011
Rio até certo ponto.

(Texto sem muitos cuidados técnicos. Senão passa a emoção e já cansei de tentar a razão.)
O Rio não precisa de filme ou de novidades pra dizer que ele é lindo. Mas é bom quando dizem ou quando sentimos vontade de dizer. No filme “Rio”, o Rio, aparece de forma majestosa, feliz e com seus devidos contrastes. Diziam que era um Rio de Janeiro perfeito, não compreendo esse comentário. Só teve cena nas favelas, na Lapa, em Santa Teresa, uma rápida na praia da zona sul e nas florestas. Além das paisagens. Se pensarmos em técnica de animação e linguagem cinematográfica somadas ao quanto é legal ver o Rio na telona, perfeito!
Mas existem problemas no filme. A história, o que segura o filme, o que acontece com os bixos, foi um pouco rasa demais, dentro dos padrões das grandes animações que estamos acostumados. Os argumentos são fracos. Parece tudo muito sem explicação emotiva. Causando um filme sem motes consistentes. Não é explorado o motivo do Blu não saber voar, nem onde estão os pais dele. Foram pegos e estão aonde? Vários probleminhas de coerência geográfica, que nós, quase cariocas, sabemos. Poderia ser mais engraçado também. Também há momentos ótimos, como a sacada do semáforo (vão lembrar, é logo no começo), como o pássaro vilão, como o buldog.
O grande problema do filme, pra mim, foi a existência dos macaquinhos. Achei de péssimo gosto. Nem consegui prestar tanta atenção no filme, depois que eles entraram. Só pensava, que merda que o diretor fez ao enfiá-los ali. No início eu achei que estava ficando louco por estar achando que havia uma analogia dos macaquinhos com os pivetes do Rio. Eles roubam jóias, câmeras, celulares,... Só que seguindo o filme, aconteceu uma cena desconcertante. Os macaquinhos não conseguem fazer o serviço que a ave má pediu, fracassam. Daí, a ave diz mais ou menos isso aos macaquinhos: “Isso que dá, dar serviço de ave pra macaco.” Eu juro que foi isso que eu escutei. E não consigo, não sei se por preconceito meu, dar outra conotação. Fiquei muito perdido depois que escutei isso. E não tem sentido, não precisava daquilo. Diretor, os macaquinhos e tudo que os envolveu no filme foi DESNECESSÁRIO! Já a ave má, apesar de ter dito a tal frase, poderia ter feito, ela mesma, o serviço. Eu ri muito com Rio. Mas, ri até certo ponto.
Quero ver outra vez e em inglês, para ver se entendo outra coisa. Posso ter me precipitado.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Natalie Portman ganha seu primeiro Oscar!
A Natalie Portman mostrou para o mundo o que é interpretar. Não se sabe ao certo como definir uma ótima atuação, é particular.
O que posso dizer é que, assim como a Nina fez, atuar bem é transgredir e isso não é muito palpável para os metódicos e nem para os mercadológicos (por burrice). A burrice é identificada, pra mim, quando se pode enxergar o potencial, porém prefere a repetição. Isso é burrice, pois não obedece a uma característica natural humana: a adaptação. Somos capazes de entender qualquer que seja a arte ou a língua, basta dar a chance. Não há fórmula ou linguagem na história, capaz de ser seleta. Tudo é compreendido. Se alguém diz o contrário, é propaganda. Balé e funk, chatos e amados. Parabéns, Natalie pelo Oscar. Foi merecido.
O que posso dizer é que, assim como a Nina fez, atuar bem é transgredir e isso não é muito palpável para os metódicos e nem para os mercadológicos (por burrice). A burrice é identificada, pra mim, quando se pode enxergar o potencial, porém prefere a repetição. Isso é burrice, pois não obedece a uma característica natural humana: a adaptação. Somos capazes de entender qualquer que seja a arte ou a língua, basta dar a chance. Não há fórmula ou linguagem na história, capaz de ser seleta. Tudo é compreendido. Se alguém diz o contrário, é propaganda. Balé e funk, chatos e amados. Parabéns, Natalie pelo Oscar. Foi merecido.
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