domingo, 29 de junho de 2008

Indeóscargoustíú!!!

Ok, não foi desta vez...

H3 fez mímica demais e nem foi percebido como desconstrutivo.

Tadinho de mim, que fui derrotado pelo Fracasso e por alguém que nem sabia francês... rs

Mas tudo bem! Um dia ainda aprendo a cozinhar! E vai ser na pressão, nada de barro! Rs

Além de tudo, fui mandado embora de um coral que eu fazia parte... Quer dizer, achava que fazia,... Mas era só um teste. E olha que eu ia pedir pra sair, mas decidi tentar mais, dar mais ainda de mim. Sei lá. Devo ter sido sabotado outra vez. Só posso ter sido sabotado. Eu nunca erro, sempre me equivoco, eu nunca perco, me sabotam. Coisas da prepotência de um fracassado ou seria melhor, desorganizado. Juro que já conheci um prepotente, numa certa empresa caceta, que dizia frases arrogantes assim mesmo. Mas isso aqui é só um desabafo, sim é só um desabafo.

Palavra estranha esta, “desabafo”. Parece um desinfetante, ou melhor, um desodorante de bafo, desa-bafo. “Compre o Desabafo Bafo-Clean e fale de Pertinho sim!”.

Ok, Péssimo slogan. Rs.

O princípio era o velho texto, a velha ladainha. Por Elis dizer que somos como nossos pais, que eu entendo melhor esse povo que vive do velho todo dia de novo. E dizem que sou louco, por eu ter um gosto assim, rosnar pra quem não gosta de mim.

Ah ta, já ia me esquecendo. Dei entrevista na Tv Assembléia. Quase que deram um furo, mas não conseguiram entrevistar o campeão! Falta de comunicação entre o júri e a mídia.

Chega!

Já vomitei.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Programação do Festival "Desconstrução"

Gente vai começar o Festival da ABD Capixaba. E o vídeo "H3' que fiz na minha conclusão de curso vai concorrer na mostra competitiva. Vamos lá!!! É no dia 27, as 19h, no Cine Metrópoles em Vitória - ES.

Agora confira toda a programação:


23 de junho – segunda-feira

SEMINÁRIO DE TV E PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS INDEPENDENTES

19:00 h - MESA DE ABERTURA

TEMA: A TV BRASIL E A CONSTRUÇÃO DE UMA TV PÚBLICA BRASILEIRA

Convidados:

Mario Borgneth – Diretor de Relacionamento e Rede da Empresa Brasil de Comunicação – TV Brasil

Antonio Achilis Alves da Silva – Presidente da Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais (ABEPEC) e Presidente da Rede Minas.

Solange Lima – Presidente da Associação Brasileira de Documentaristas e Curtas metragistas (ABD Nacional)

Saskia Sá – Presidente da ABD&C/ES e Diretora Interina de Convênios da ABD Nacional

24 de junho – terça-feira

SEMINÁRIO DE TV E PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS INDEPENDENTES

PAINEL I - A PARTICIPAÇÃO DA PRODUÇÃO INDEPENDENTE NA PROGRAMAÇÃO DAS TVs;

10:00h - Mario Borgneth -. Diretor de Relacionamento e Rede da Empresa Brasil de Comunicação - TV Brasil

TEMA DA PALESTRA:

TV Brasil: as formas e mecanismos de aquisição à produção de conteúdos regionais e independentes; Linhas de programação e conteúdos; Exibição de trechos de programas da grade televisiva.

11:00h - O MERCADO DA PRODUÇÃO INDEPENDENTE E REGIONAL NA TV A CABO;

Luiz Alberto Carregosa César – Diretor Executivo da Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão (ABPITV)

TEMA DA PALESTRA:

A participação da produção independente no mercado de TV a cabo no Brasil, dados, perspectivas, parcerias, participação em feiras nacionais e internacionais e Projeto de Lei 29 que trata do mercado de TV por
assinatura e do audiovisual.


12:00h - DEBATE

Painel II – AS FORMAS DE INCENTIVO À PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS PARA TV

14:00h Alexandre Patez – Doutor em Ciência da Informação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Representante da Agência Nacional de Cinema (ANCINE).

TEMA DA PALESTRA: O funcionamento do ARTIGO 39, que possibilita a produção de conteúdo para TVs a Cabo através da liberação de recursos para os produtores independentes. Outras possibilidades de mecanismos de incentivo. Exemplos de casos.

15:00h – Paulo Alcoforado - Diretor do Audiovisual da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura

TEMA DA PALESTRA: A Política da Secretaria do Audiovisual para a Televisão Brasileira.

16:00h – DEBATE

20h00

ABERTURA DAS MOSTRAS COMPETITIVA E PARALELA

"Tomato Ketchup" de Sol na Garganta do Futuro, um Cine-concerto inspirado na obra de Shuji Terayama.

21h00

Anabasys, de Joel Pizzini, 98 minutos, 35mm, 2007

Com a presença do diretor.


25 de junho – quarta, às 14H00 no Cine Metrópolis

Aula aberta com o diretor JOEL PIZZINI

17H00

Lançamento da caixa de dvds “COLEÇAO GLAUBER ROCHA” - FASE 1 seguido de debate com os realizadores do projeto PALOMA ROCHA e JOEL PIZZINI

19H00

MOSTRA COMPETITIVA

FRACASSO, de Alberto Labuto, Mini-DV, 11´36”, 2007

RESQUÍCIOS DA ESCRAVIDAO, de Elisa Blunck, Mini-DV, 2´47”, 2008

NÃO É SÓ UMA PASSAGEM, de Igor Pontini, Mini-DV, 13´, 2005

ILUSTRAÇAO, de Carlos Roberto Jr, Mini-DV, 1´40”, 2008

PELO OUTRO LADO DO RISO, de Dominique Lima, Mini-DV, 11´50”, 2008

O FILME QUE EU VI, de Diego Scarparo, João Moraes, Lê Batista e Leonardo Gomes, Mini-DV, 3´25”, 2007

NO OLHO DA RUA, de Luiz Eduardo Neves, Mini-DV, 19´20”, 2008

VIVENDO DE ROCK NO ESPÍRITO SANTO, de Mila Neri, Mini-DV, 20´46”, 2007

21h00

MOSTRA PARALELA

CARAMUJO-FLOR, de Joel Pizzini, 35mm (exibição em 35mm), 21 minutos, 1988

ENIGMA DE UM DIA, 35 mm (exibição em 35mm), 17 minutos, 1996

SUITE ASSAD, de Joel Pizzini, Betacam (exibição em Mini-DV), 15 minutos, 2003

DEPOIS DO TRANSE, de Joel Pizzini, DV (exibição em Mini-DV), 30 minutos, 2003

HELENA ZERO, de Joel Pizzini, DV (exibição em Mini-DV), 30 minutos, 2005

DORMENTE, de Joel Pizzini, 35mm (exibição em 35mm), 15 minutos, 2005

26 de junho – quinta, às 14h00

MESA DE DEBATES

TEMA - DIREITOS DO PÚBLICO

Lançamento da campanha pelos direitos do público pelo CNC - Conselho Nacional de Cineclubes.

Presenças de:

Regina Machado: cineasta, cineclubista e jurista - RJ
Felipe Macedo: cineclubista e produtor cultural - SP
Saskia Sá – Presidente da ABD&C/ES e Diretora Interina de Convênios da ABD Nacional


19h00

Mostra Competitiva

VITÓRIA DE DARLEY, de Renato Rosati, 35mm (exibição em 35mm), 16´, 2006

TEORIA DO RALO, de Ítalo Galiza, Mini-DV, 3´, 2007

MORFUMO, de Reinaldo Guedes, Mini-DV, 5´52”, 2006

GAME OVER, de Jefferson Rodrigues, Mini-DV, 3´, 2007

A GENTE FAZ TV PENSANDO POR VOCÊ, direção coletiva, Mini-DV, 2´30”, 2006

SEJE BEM VINDO MAS NÃO TOQUE EM NADA, de Fred Roseiro, Mini-DV, 7´34”, 2007

CUIDADO COM O CAO, de Sunshine de Souza, Mini-DV, 3´, 2008

EU QUE NEM SEI FRANCÊS, de Erly Vieira Jr, Mini-DV, 6´16”, 2008

X9, de Marcel Cordeiro, Mini-DV, 53´, 2004

21 horas

Mostra Paralela

POUR ELISE, de Erly Vieira Jr (ES), 35 mm (exibição em 35mm), 15’, 2004

LITA, de Gui Castor (ES), 35mm (exibição em 35mm), 2’, 2005

Engano, de Cavi Borges (RJ), 35mm (exibição 35 mm), 11’, 2008

GRAÇANAÃ, de Luiz Tadeu Teixeira (ES), 35mm (exibição em Mini-DV), 15’, 2006

Instantâneo, de Paulo F. Camacho (RJ), dV (exibição em Mini-DVD), 20’, 2008

Instruções para suicídio doméstico, de Fabrício Coradello (ES), DV (exibição em Mini-DV), 5’, 2002

CABRA CEGA, de Sol na Garganta do Futuro (ES), DV (exibição em Mini-DV), 6’ 25’’, 2007

EU ACREDITO NO INCRÍVEL ‘CONSTANTINOPLA’, Nilson Primitivo (RJ), 16mm (exibição em Mini-DVD), 3’, 2008

Trecho, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr. (MG), 35mm (exibição em Mini-DV), 16’, 2006

Sebastião, o homem que bebia querosene, de Carlos Magno Rodrigues (MG), DV (exibição em Mini-DV), 11’, 2007


27 de junho – sexta, às 19h00

Mostra Competitiva

AZULZINHO, de Jefinho Pinheiro, Mini-DV, 10´, 2007

FRENQUENCIA ANGULAR, de Fernanda Zardo, Margarete Galvão, Uilian Trindade, Mini-DV, 3´, 2006

A FESTA NO CÉU, de Johnson Sudré Januário, Mini-DV, 4´30”, 2007

O QUE VOCÊ VAI SER QUANDO CRESCER?, de Marissol Rios, Mini-DV, 4´, 2008

BELINHA, de Orlando Bomfim Netto, Mini-DV, 13´30”, 2007

AM, de Claudia Vilarinho, Mini-DV, 3´42”, 2007

VOCÊ VIU ALGUM NEGRO POR AÍ?, de Alex Rosa de Andrade, Mini-DV, 3´30”, 2007

EU MESMO, de Felipe Mattar, Mini-DV, 3´, 2008

H3, de Marcos Luppi, Mini-DV, 12´, 2006

A INICIAÇAO, de Gui Castor, Mini-DV, 44´, 2008

21h00

Mostra Paralela

DESARMADO, de Walter Fernandes Jr. (RJ), 35mm (exibição em 35mm), 10’, 2005

O Casal dos Olhos Doces, de Felipe Rodrigues (RJ) 35mm (exibição em 35mm), 9’, 2002

Gravidade, de Torquato Joel (PB), 35mm (exibição em 35mm), 6’, 2006

DA JANELA DO MEU QUARTO, de Cao Guimarães (MG), 35mm (exibição em Mini-DV), 5’, 2004

METRÓPOLIS X MONK PONK, de Rodrigo Linhares e Tati Rabelo (ES), DV (exibição em Mini-DV), 2’ 35’’, 2008

Menina moça, de Rosana Paste (ES), Mini-DV, 3´, 2007

MEMÒRIA, de Roberto Burura (ES), DV (exibição em Mini-DV), 5´, 2008

(Filmes do CinEsquemaNovo)

EU SOU COMO O POLVO, de Sávio Leite (MG), Mini-DV, 4’, 2006

LE MÊME CHAPEAU QUE TOI - O MESMO CHAPÉU QUE O TEU, DIGITAL, de Heron Ferreira (Bélgica), DV (exibição em Mini-DV), 14’ 50’’, 2007

MATERIAL BRUTO, de Ricardo Alves Júnior (MG), DV (exibição em Mini-DV), 18’, 2006

ÉTERNAU, de Gustavo Jahn (RS), 16mm (exibição em Mini-DV), 21’, 2006


28 de junho – sábado – Noite de Encerramento

19h00

Lançamentos do DVD-Coletânea de filmes da Mostra Competitiva

e da Revista/Catálogo “Milímetros”. Encontro com os realizadores.

Homenagem ao Maestro Jaceguay Lins

Divulgação das obras premiadas

Exibição das premiadas

22h00

Lançamento do filme “Despertai”, de Ed Poloni (co-produçao da ABD&C/ES)


quarta-feira, 4 de junho de 2008

Um dia a casa cai

Olha lá
As cores do escondido
que ainda tem cores
que está no alto
mas não arranha o céu
e nem faz cócegas
Sim, faz rir
Faz rir o bolso de quem tem mais,
de quem está comprando um lugar no paredão.
Um paredão que elimina
que derruba casas
mas que não termina com a visão de ninguém.
Por isso...
Cuidado palácios espelhados...
esses espelhos são para refletir o que?
Prefiro que seja uma pedra.
E uma pedra bem colorida e bem certeira.
Viva a revolução!

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Mais que uma pedra no caminho


O que seria aquela coisa cilíndrica em frente ao cinema Cinemark em Vitória ES?

Acho que é caixa d’água pessimamente localizada.

Ela tampa até o próprio nome do Cinemark.

Alias, aquela construção, pra mim, não passa de uma caixa quadrada e feia, que tira a vista do Convento. Além de só passar filmes comerciais.

Capixaba fechando a conta de bar

É sempre a mesma ladainha. Alguém que está com sono, bem na hora que o papo está bombando, ao invés de dormir na mesa do bar (como eu faço), ou retirar a sua já insignificância, inicia uma enjoada e crescente reclamação de querer fechar a conta.

Eis que a conta chega.

Sempre tem alguém, que logo pega a conta na mão e começa um estranho e maníaco modo de dividir a mesma. É assustador! Não necessariamente é a mesma pessoa que estava com sono. Mas necessariamente é a mesma pessoa que fez isso em uma outra vez.

O ser, inconvenientemente, da inicio a uma contagem, uma soma e subtração de tudo que foi comprado e o que cada um, um por um, comeu.

Eles alegam que os bares colocam coisas a mais. Também falam que não bebem cerveja ou que não comeram daquele ou daquele outro petisco e fazem questão de somar separado.

Mas Marcos, porquê eles estariam errados?

Ora, pois neste ato, eles inibem as pessoas que não tem dinheiro na mesa, que foram convidadas, ou mesmo que estavam a fim de se divertir mesmo sem grana. Eles são desagradáveis, pois a conversa estava ótima e já estaríamos todos loucos, indispostos a fazer cálculos e somos obrigados a estarmos ali, naquela usurês. Eles são insensíveis, ignorantes e chatos, não percebem que a mesa não está disposta a passar por isso.

E eu acho que eles, na verdade, são extremamente usuras. Pois eles não foram lá para fazer uma economia numa alimentação diária, mas sim fazer uma diversão em grupo.

Com isso, a conta ao invés de ficar mais em conta e igual para todos, numa simples conta de dividir pelo número de pessoas, a conta fica exorbitante para alguns e barata para outros.

Não gosto da transformação do clima que acontece, quando esses capixabas fazem isso. Eles contam até os centavos!

Em grande parte das vezes, a pessoa que faz esse tipo de divisão constrangedora, é um ser com dinheiro. Um ser que seria o de maior condição financeira da mesa. Mas acho que não está ligado a ter dinheiro, mas a estar emergindo na aristocracia. São emergentes do capitalismo, mesmo ainda pobres, que fazem isso. E exatamente por isso, estão emergindo, porque acumulam mais que a maioria.

Quase sempre, o mais pobre em grana é o mais rico em generosidade. Não quero um altruísmo ao pé da letra, mas um pouco menos de chatice. É literalmente um porre ter esses chatos na mesa na hora de pagar a conta.

E olha, dizem por aí, que essa é uma característica forte dos capixabas. Combina muito bem com a gente. Dizemos que somos o tempo todo, na hora de ser, não somos nada. Não que isso seja errado, mas às vezes, é chato. E chatos não tem perdão!

Viva a divisão por igual da conta do bar!

Não quero que quem gasta menos, se f..., quero que pare de criar problemas.

Afinal, se não paga pela cerveja, paga pelo momento (que a cerveja possibilitou)!

terça-feira, 27 de maio de 2008

O moralista

A maioria das pessoas é moralista em relação a algum assunto.

Eu estou começando a desenvolver um certo preconceito ou apenas conceito, em relação as “raves” que acontecem aqui no estado.

Recomendo quem gosta muito de rave, só ler a partir do parágrafo com ASTERISCO*.

Um dos fatores que ajudam a essa mudança de opinião é que no início, eram bem mais divertidas, muito mais loucas, mais acessíveis na distância e nos preços.

Não sei se era apenas uma invenção minha, querendo que a festa fosse daquele jeito, mas eu via uma festa realmente despreocupada com mundo e com o outro. Uma despreocupação positiva, era uma ausência de preconceitos comemorando de forma inclassificável a liberdade. Era, a meu ver, a manifestação mais pós-moderna que eu via. Pois não havia locais óbvios para acontecer, maneiras de dançar, não existia roupa exata para se vestir e muito menos, métodos para conseguir se enxergar livre.

Um ótimo exemplo de local é a piscina vazia do Saldanha da Gama. Local bonito, exótico, acessível e longe de muitas residências, eu acho.

Hoje as raves, sinceramente, estão um saco!

Todos acontecem em lugares distantes, que só se chega de carro e são sempre os mesmos lugares. Pedreira, Yahoo e Chácara alguma coisa. Cadê a criatividade? Ou será que a intenção é excluir errados e incluir certos?

O preço exorbitante ajuda na argumentação dessa tese. Acho que o povo esqueceu que os churrascos, com tudo liberado, na casa do amigo, só custa 10 ou 15 reais.

Existe a roupa exata de se vestir, (me corrija se eu já estiver desatualizado da última moda) como bermuda de surfista, blusa branca, tatuagens, havaianas, óculos da Chilli-beans e um “pompom” rodopiante, para ficar rodando ou mesmo, saber soltar chamas da boca. (Em breve terá trapézios e o globo da morte)

Palhaçada é o que eles vão chamar esse texto tão partidário. (Num to nem aí)

Existe também uma dança. Gente, o que é aquela dança? Todos exatamente iguais. Por alguns instantes as raves lembram muito musicais da Broadway. Ou seriam micaretas e suas coreografias divertidíssimas?

Não sou contra ter essa dancinha, mas acho um pouco estranho a liberdade estar relacionada a padrões. Eu preferia dançar malucamente, sem medo de rirem de mim.

Olha que eu nem comentei nos cortes de cabelo, que maravilha. Do vocabulário! Não suporto esse vocabulário, que parece mais um fã de reggae que acabou de chegar de um intercâmbio na casa de algum americano astrólogo. Nem irei comentar sobre a qualidade das músicas, até porquê, não existe métodos para se obter essa qualificação.

*Agora vou comentar sobre a questão mais polêmica. (Nem sei se fiz bem, mandando os vibes diretamente para esse parágrafo).

Não sou contra usar drogas, licitas ou não. Acredito que uma grande parcela da população também pensa assim.

Más, porém, contudo, as drogas ilícitas, como o próprio nome já diz, são proibidas!

Não sou eu, você ou um pequeno grupo de sei lá, oitocentas mil pessoas, que vai mudar isso.

O Brasil, lembrando, tem 180 milhões de pessoas e é um país teoricamente democrático.

E lembrando, democracia acontece a favor da maioria.

Aposto que tem alguém pensando “mas são muito mais de oitocentas mil pessoas que vão a raves”. Ok, que seja. Mas não sei se são todos a favor da liberação e nem sei seriam, ainda assim, a maioria em relação a uma nação teoricamente religiosa e tudo mais.

Hipocrisia não é isso, hipocrisia é dizer que rave não cultua drogas ilícitas. É óbvio que cultua, incentiva e é responsável por essa ploriferação e normatização do uso abusivo das balas, doces e sei lá mais o que.

Como posso afirmar isso?

O direito de me expressar já é meu a alguns anos.

Eu sei que há muita droga porque eu já fui em muitas raves. É simples. Não tem o que discutir. Todo mundo que vai em qualquer rave, sabe que o nível de utilização de drogas nestes ambientes é muito, mas muito superior aos de boates, churrascos, shows, praias, aniversários de 15 anos, formaturas e casamentos. Todo mundo sabe que nestes lugares, o que reina é a cerveja.

Não que a cerveja faça bem a saúde e que ela não causa acidentes. Mas isso é uma civilização e não uma tribo indígena.

A rave parece muito com uma tribo indígena né?!

Só agora que percebi isso. Prezam pelo natural, acreditam na força da natureza, tem um dialeto próprio, musicas bem estacadas, usam drogas sem medo, e fazem protestos na Assembléia, porque forças maiores querem tomar seus terrenos.

Nesta segunda, dia 26 de maio, aconteceu uma manifestação em frente a Assembléia.

Eles estavam a favor das raves, que estão prestes a serem proibidas, por uma lei do deputado Reginaldo Almeida. O Protesto era contra a proibição e não a favor das raves, corrijo.

Sei lá, eu fiz que nem o jornalismo faz, quando já tem uma opinião formada sobre um assunto. NEM QUIS SABER, já fui fotografando e escrevendo!

Achei bacana, a cidade parecia diferente com aquela musica alta, naquele horário. (15 horas)

É engraçado ver as pessoas lutando por causas assim.

Tão injustas.

Mas sério, proibição é demais. Ou não?

Sei lá.

Acho que deviam fiscalizar as pessoas que entram e todo mundo voltar a beber cerveja.

Pois só eu bebendo cerveja, só eu que ficarei gordim eternamente.

Além do mais, quando vou em raves, danço até o meio-dia, só no álcool!

E sei lá, usar drogas sem lutar contra um regime político, não tem graça.

Desculpa as brincadeiras.

Beijo do gordo!