sexta-feira, 1 de junho de 2012

O teu cangote


Sou um recém nascido
Um bebê com fome
Aquele, aquilo, ex-acuado
Atrás de tocar outra vez a sensação
Tentando escutar pela primeira vez o que já me disseram
Sou um guri com fantasias
Sem limites pra ouvir
Sem vergonha de perguntar
Quero a verdade do teu perto
O prazer no teu beijo
O carinho no teu olhar
O teu cangote
Quero ser eu sem ter que apagar você
Te quero junto
Te quero sincero
To tão besta que tenho medo de não estar sendo
O bom de ser novinho é que posso escrever coisas bonitinhas
Sem preocupação com o requintado
Quero dar amor, quero ser amado.

4 comentários:

Larissa Bello disse...

Estou daqui admirando essa sua entrega de ser um novo ser. E que seja todos os dias. Bem-vindo de volta!

Bjos

Marcos Luppi disse...

Obrigado, Larissa! =)
A gente tenta fazer a nossa parte né...

alyne disse...

lindo,lindo,amei,amo poemas e poesias,principalmente quem os escreve,d+,rsrsrsrrssrrs

Anônimo disse...

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